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Regras de Rodeio

                                    REGRAS DAS MODALIDADES:



Bareback

Montaria em pelo, em cavalo, originária dos Estados Unidos.
Nela o competidor, na saída do brete, posiciona as esporas no pescoço do animal. Em movimento sincronizado, o competidor puxa as esporas, fazendo com que as pernas alcancem a alça do bareback, uma espécie de alça de couro posicionada na cernelha do animal. Esta alça é segurada com uma das mãos como ponto de apoio.
A prova é de 8 segundos e neste tempo o competidor tem que ficar sobre o animal, esporeando-o, de maneira que elas corram livremente pelo pescoço do cavalo. A posição do competidor durante a montaria é quase horizontal.
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Bulldog
Bulldog tem como objetivo virar e derrubar ao chão um garrote, no menor espaço de tempo. Com auxílio de um cavaleiro ao seu lado direito, fazendo o papel de esteira para não deixar o garrote distanciar. O competidor tem a função de saltar do cavalo em movimento sobre o garrote, usando as mãos para agarrar os chifres do animal e derrubá-lo ao chão. Quem fizer a prova em menor tempo é o vencedor.
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Cutiano
Montaria em cavalo, estilo cutiano é uma prova tipicamente brasileira que dura 8 segundos.
Usando um arreio, o competidor segura através de uma corda amarrada na peiteira do animal, enquanto a outra mão permanece livre não podendo tocar no animal.
No primeiro pulo o competidor posiciona as esporas sem pontas no pescoço, acima da paleta do cavalo. A partir do segundo pulo, as esporas devem ser puxadas para trás.
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Sela Americana
É o estilo de montaria, em cavalos, mais antigo do rodeio americano. É considerado a modalidade mais técnica, que envolve muita habilidade pelo seu praticante.
Numa sela sem pito, o competidor mantém-se num ponto de equilíbrio, segurando com uma mão, através de uma corda de aproximadamente 1,20 m.
A outra mão não pode tocar em nenhuma parte do animal. No primeiro pulo, o competidor posiciona as esporas na parte dianteira do animal e no segundo pulo ele puxa as esporas, passa pela barriga e chega até o final da sela, na traseira do cavalo.
A prova dura 8 segundos.
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Touro
Na montaria em touros é usada a chamada corda americana.
O atleta tem que obrigatoriamente, usar luva de couro na mão que segura a corda, e coletes de segurança.
O tempo de permanência em cima do animal é de 8 segundos, e o competidor mantém-se equilibrado com uma mão amarrada à corda e a outra livre para o alto, não podendo tocar no touro. É a prova que mais exige coragem, equilíbrio, flexibilidade, coordenação e reflexo.
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Três Tambores
A Prova é praticada exclusivamente pelas mulheres que une habilidade e velocidade.
As competidoras tem a tarefa de realizar o percurso contornando três tambores com precisão, numa seqüência estabelecida, e volta em disparada para o local de onde saiu, brigando contra o cronômetro.
Derrubar o tambor implica em penalização de cinco segundos acrescidos ao tempo final.

FONTE:( TV RODEIO)
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Equipamentos para montaria de rodeio

Para que o Peão de Rodeio faça uma montaria perfeita, ele deve ter os seguintes equipamentos :



SEDÉM

Corda feita de lã ou com fios do rabo do cavalo amarrada na virilha do animal. É usado para estimular os pulos. Não machuca, apenas incomoda. É usado em todas as modalidades de montaria em cavalo e touro.




CORDA AMERICANA

Acessório que envolve o tórax do animal onde o peão segura com a mão de apoio. Feita de náilon ou rami (fibra vegetal), é trançada manualmente e recebe breu para possibilitar maior aderência ao segurá-la com luva. Usado apenas na Montaria em Touro.




ARREIO 


Assento de couro colocado sobre o cavalo no estilo Cutiano.







ESTRIBOS

Acessório de metal onde o cavaleiro coloca os pés. Usado no Cutiano e na Sela Americana.










BARRIGUEIRA

Acessório de metal onde o cavaleiro coloca os pés. Usado no Cutiano e na Sela Americana.







PEITEIRA

Apoio que passa no peito do cavalo. Usado para proporcionar maior equilíbrio ao peão no estilo Cutiano.










BAIXEIRO

Capa feita em tecido grosso ou de pele de carneiro, colocada entre o lombo do animal e o arreio. Usada no Cutiano.








CABRESTO
Vai na cabeça do cavalo e na montaria Sela Americana, é ligado a um cabo de aproximadamente 1,20m.
SELA AMERICANA
Assento feito em couro, sem pito, usado apenas na modalidade Sela Americana.







ESPORAS

Também é um item para estimular os pulos do Touro, a roseta tem que ser fixa, evitando que machuque o animal.









COLETE SALVA-VIDAS

É um colete com proteção, em casos de o Touro pise em cima do peão, o colete ameniza o empacto.







CHAPÉU

Um verdadeiro peão nao pode andar sem chapéu, além de ser um enfeite, protege o cowboy do cereno que cai á noite.







CALÇA DE COURO

Além de ser um enfeite pro peão, a calça de couro também evita sujar a calça do cowboy.


Provas Eqüinas



CUTIANO


Estilo de montar rústico, praticado unicamente no Brasil.Caracteriza-se pela falta de apoio do peão, pois apenas duas cordas são amarradas à peiteira do cavalo para que o peão possa segurar. Nessa modalidade é usado arreio - assento feito em couro, baixeira, peiteira e rédeas com duas canas e tiras de corda. Embora esta montaria seja tipicamente brasileira, alguns peões do exterior têm participado desta prova.


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SELA AMERICANA

Criada em 1.929, é a prova mais antiga do rodeio. Nela o cowboy segura o cabresto a um cabo feito de corda de sisal. O cavalo é arriado com sela sem o pito e sem baixeiro, ou seja, a capa feita em tecido grosso, colocada entre a sela e o lombo do animal. A prova tem a duração de oito segundos.O peão segura com a mão de apoio numa corda de 1,20m aproximadamente. A mão de equilíbrio não pode tocar em nada. Já no primeiro pulo do animal, o peão esporeia entre a paleta e o pescoço do cavalo.


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BAREBACK

Prova originária dos Estados Unidos em que a montaria acontece sobre o pelo do cavalo.Na saída do brete o competidor deve posicionar as duas esporas, sem pontas, no pescoço do animal. Em seguida ele simultaneamente puxa as esporas, fazendo com que as pernas alcancem a alça do “bareback” (uma espécie de alça de couro sobre o cavalo). Esta alça é segurada com uma das mãos como ponto de apoio. O competidor deve ficar por 8 segundos sobre o animal. A posição do competidor durante a montaria é quase horizontal.

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LAÇO EM BEZERRO

Prova de velocidade e precisão. Nela o laçador tem pela frente a tarefa de laçar um bezerro de cerca de 40 dias e 120 quilos. A prova começa no brete quando o bezerro rompe a barreira (corda) e é perseguido pelo laçador. Esse, meneando o laço e com outra corda presa na boca, joga o laço na cabeça do bezerro, desce do cavalo e segurando-o pelas patas o joga no chão amarrando três patas juntas.
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TEAM ROPING
Praticamente seu surgimento se deu em terras de gado americano, não era popularmente usado como esporte, e seu intuito era em auxiliar a lida e o dia-a-dia dos cowboys. A prova é em dupla de cavaleiros e seus respectivos cavalos que imobilizam um novilho com uma laçada na cabeça do animal e a outra nas patas traseiras, no menor tempo possível.

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BULLDOGGING

É uma modalidade cronometrada de Rodeio mais empolgante, rápida e bruta, onde o cowboy "pega o boi na unha" (literalmente falando). Considerada a modalidade radical do rodeio completo originária dos Estados Unidos, que no Brasil já possui vários competidores.Como ela exige muita técnica, força e o peso não são essenciais. Praticada por dois competidores: um cavaleiro cerca o garrote, enquanto que o outro trata de agarrar seus chifres e derrubá-lo a unha.
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PALETEADA

A paleteada demonstra a aptidão do competidor com o gado e também a velocidade, a força, a rusticidade e a submissão do cavalo crioulo.Consiste na prensa e condução de um novilho, por uma raia de 110 metros de comprimento por 50 metros de largura.A prova é realizada em duplas, que são escolhidas de acordo com a classificação geral dos competidores, da menor a maior pontuação.Nos primeiros 30 metros, os ginetes devem deixar o novilho correr.
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RÉDEAS

A Prova de Rédeas é fundamentada do Adestramento Clássico , porém com mais dinamismo. Será julgado o cavalo que, conduzido por seu cavaleiro, apresente todos os seus movimentos controlados intencionalmente, sem apresentar resistência, completamente sob comando, sendo dado critério para suavidade, astúcia, postura, agilidade, segurança e ritmo ao executar as manobras do percurso sorteado préviamente.
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VAQUEJADA

O Peão de vaquejada hoje é regulamentado pela Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001, que considera "atleta profissional o peão de rodeio ... Entendem-se como provas de rodeios as montarias em bovinos e eqüinos, as vaquejadas e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva".

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PÓLO

O polo é um esporte no qual quatro jogadores por equipe montados em cavalos e golpeando um bola com um taco, tentam marcar o máximo de gols possíveis no arco da equipe rival. Os jogos são disputados em quatro tempos de sete minutos e meio, denominados chukkas.A origem da prática do polo ainda não é bem definida, apesar de as evidências apontarem que tenha sido praticado primeiramente na Ásia.O Polo teria sido introduzido no Egito, Grécia e Índia pelos persas.

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ENDURO

A palavra Enduro é uma abreviação de endurance, que em inglês é sinônimo de resistência. O Enduro Eqüestre de competição é uma modalidade esportiva originária do turismo eqüestre, onde cavalo e cavaleiro devem percorrer uma trilha com obstáculos naturais, demarcada em um tempo pré-determinado, ou em velocidade livre.Vence a prova o cavalo que chegar ao final no menor tempo, ou no tempo mais próximo do ideal, dependendo do tipo de regulamento utilizado. É praticado em quase todos os países da Europa, na Oceania, América do Sul, nos Estados Unidos, África e Emirados Árabes.
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BALIZA

Aparentemente parece fácil fazer esses tipos de prova, porém o cavaleiro precisa ter técnicas básicas e aprofundadas, como, flexionar o cavalo, fazê-lo trocar de patas, amolecê-lo, enfim, saber a posição e o jeito correto para que o animal possa fazer o melhor de si obtendo menor tempo.Todo cavalo competidor necessita de registro, e as melhores para esses tipos de prova são o quarto de milha e o paint horse, que por serem animais ágeis, fortes e calmos desenvolvem melhor seu papel.Os equipamentos utilizados são: a sela, que é própria para a prova, freio ou bridão, gamarra, que pode ser ou não utilizada, equipamento de proteção e alguns acessórios como reio e esporas.

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HIPISMO

O hipismo é um esporte muito antigo, praticado por um homem e seu cavalo. Desde os Jogos Olímpicos Antigos ele era praticado como competição. Porém, as regras e as competições como as que ocorrem hoje, começaram somente no ano de 1883, nos Estados Unidos. No programa dos Jogos Olímpicos Modernos, o hipismo foi incluído nas Olimpíadas de 1912 em Estocolmo (Suécia).
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3 TAMBORES

A prova de Três Tambores exige habilidade, precisão e velocidade para obter bons resultados. Os tambores são distribuídos de forma triangular, com distância mínima de quatro metros um do outro. Autorizado à largada pelo juiz, o conjunto parte em direção ao primeiro tambor, contornando-o numa volta de 360º, segue em direção ao segundo tambor, contorna-o pela direita na mesma manobra, indo para o terceiro tambor, onde mais uma vez repete a volta de 360º à direita, para disparar, em seguida, rumo à linha de chegada, ponto inicial de partida.
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APARTAÇÃO

Competição que tem como finalidade a apartação de um novilho do seu rebanho pela dupla de cavalo e cavaleiro não sendo permitido que o mesmo segure as redias de comando de sua montaria, tendo para isso que usar apenas os pés



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CORRIDA

As corridas do Quarto de Milha são disputadas nas seguintes distâncias: 228 mts, 275 mts, 301 mts, 320 mts, 365 mts, 402 mts e 503 mts. Por ser o cavalo imbatível nessas distâncias, originou-se o nome da Raça Quarto de Milha (402 mts = 1/4 de milha). As corridas são disputadas em diversos Estados do Brasil, com destaque para Sorocaba (onde se realizam os mais importantes GPs.

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LAÇO COMPRIDO

Essa é uma prova de habilidade campeira. O cavaleiro deve laçar a rês pelos chifres dentro de um limite de 100 m. Vence aquele que conseguir maior número de laçadas. A armada deve medir 8 m, com quatro rodilhas na mão, não podendo retê-la ao laçar.

Historia do Rodeio Brasil

                                          História do Rodeio                 

O homem, há centenas de anos, busca através de sua inteligência e de seu vigor físico, exercer o domínio sobre os animais, afim de domesticá-los, para seu usufruto.

Imaginemos duzentos anos atrás, alguma pradaria no interior do Texas, o cowboy campeando gado, não existiam cercas, o sol inclemente poderia deitar por terra aquele mais despreparado. O cavalo, era seu instrumento de trabalho, seu roubo punido com a forca, em caso de dívida a última coisa a se vender era o cavalo. Com o passar dos anos, o sistema de doma, destes cavalos evoluiu, criaram-se novos estilos (sela, americana, bareback, cutiano); alguns cowboys mas ousados puseram-se a montar em touros, e sempre será assim, o homem buscando superar e superar-se em todos os desafios.

Criaram-se espetáculos, competições, campeonatos, federações, surgiram juizes, locutores, palhaços salva-vidas, madrinheiras, tropeiros e promotores de eventos, nasceram vários profissionais de rodeio, que devotam seu tempo e habilidade em dar suporte a este mercado "esportes" de maior crescimento do mundo.



Algumas empresas já descobriram o potencial do rodeio no país, cite-mos as cervejarias com seus comerciais, latinhas personalizadas, merchandising específico, empresários brasileiros que tem procurado buscar contratos de representação de exclusividade de produtos americanos, criando identificação de marcas com o esporte, inaugurando novas lojas, casas de espetáculos, programas de TV e revistas voltadas a este segmento. Fábricas de cigarros, de automóveis e pneus, dirigiram-se para este setor.
São cerca de 1.200 (mil e duzentos) festas de rodeio, realizadas no Brasil ao longo do ano, atraindo um público jovem, e cada vez mais numerosos, movimentando valores superiores ao conquistado nos campeonatos de futebol, são mais de 24 (vinte e quatro) milhões de pessoas.
FONTE: Locuçao Vitão