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História Cavalo Pantaneiro


                            cavalo pantaneiro


No Estado de Mato Grosso, região do Pantanal, formou-se um tipo eqüino com características próprias adquiridas durante quatro séculos, quando da sua formação e aclimatação ao meio complexo e hostil em que se desenvolvem. Chamado de Pantaneiro, muito embora ele seja conhecido também como Mimoseano, Baiano e Poconeano, segundo a região onde vivem.
A origem desse cavalo está fixada ao longo de nossa história, ressaltando três fases distintas.
A primeira, quando, na terceira e quarta década do século XVI, formou-se o Pantaneiro, originário do Cavalo Crioulo Argentino, proveniente da cavalhada de Pedro de Mendoza, espalhadas nos pampas naqueles anos, após a destruição da Vila de Buenos Aires pelos silvícolas e do cavalo paulista oriundo de animais portugueses trazidos por Martin Afonso de Souza, e levados pelos bandeirantes, através de Goiás, para o Pantanal em 1736.
A segunda fase, quando a partir de 1736, proveniente de Goiás, a imensa planície matogrossense anualmente inundada pelo transbordamento do Rio Paraguai e do seu afluente, o Pantanal foi povoado por grandes manadas de cavalos.
Em conseqüência das distâncias e dificuldades de comunicação entre essa zona e o litoral, o Pantaneiro ficou isolado durante longos anos e livre dos cruzamentos desordenados que tanto tem prejudicado nossos eqüinos.
Na terceira fase, iniciada em 1900, verificou-se a influência do Anglo - Árabe, do Normando, do Puro-Sangue Inglês e do Árabe, visando emprestar aos rebanhos nativos de até então, melhores aspectos de conformação e beleza.
O cavalo Pantaneiro é um mosaico racial, originariamente resultante de dois troncos primitivos étnicos: "Equus Caballus Asiáticus" e o "Equus Caballus Africanus".
O cavalo Pantaneiro é um patrimônio histórico porque cooperou na fixação do homem no Pantanal e em todo território matogrossense.
E um fator de segurança nacional porque pode ainda vir a desempenhar, nas regiões de difícil acesso, o importante papel de salvaguarda dos limites territoriais.
E um fator de econômico-social, porque a totalidade da população que habita o Pantanal, tem no Pantaneiro importante meio de transporte, sobretudo nas cheias, e sua mais importante função econômica se faz sentir junto à bovinocultura.

História Cavalo Puro Sangue Lusitano

Cavalo Puro Sangue Lusitano


Montado há já cerca de 5000 anos, o mais antigo cavalo de sela do Mundo chega ao limiar do século XXI reconquistando o esplendor de há dois mil anos, quando Gregos e Romanos o reconheceram como o melhor cavalo de sela da antiguidade.
Cavalo de "sangue quente" como o Puro Sangue Inglês e o Puro Sangue Árabe, o Puro Sangue Lusitano é o produto de uma selecção de milhares de anos, o que lhe garante uma "empatia" com o cavaleiro superior a qualquer raça moderna.
Seleccionado como cavalo de raça e de combate ao longo dos séculos, é um cavalo versátil, cuja docilidade, agilidade e coragem, lhe permitem hoje competir em quase todas as modalidades do moderno desporto equestre, confrontando-se com os melhores especialistas. No limiar do ano 2000 o Puro Sangue Lusitano, volta a ser procurado como montada de desporto e de lazer, e como reprodutor pelas suas raras qualidades de carácter e antiguidade genética.
A sua raridade resulta de um pequeníssimo efectivo de cerca de 2000 éguas produtoras. Em Portugal, berço da raça, estão apenas em produção cerca de 1000 éguas, no Brasil 600, em França 200, distribuindo-se as restantes pelo México, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América.
Hoje o efectivo da Raça Lusitana está em crescimento, sobretudo na Europa e no Brasil, onde há uma extraordinária progressão em quantidade e qualidade. Entre nós, a qualidade geral da produção tem aumentado muito,e tudo leva a crer que se venham a estabelecer novas linhas dentro da Raça, contribuindo para o seu progresso e assegurando a sua vitalidade.
No século XXI, O Puro Sangue Lusitano será sempre o cavalo por excelência para a Arte Equestre e para o Toureio, mas, para além de ser o cavalo que dá maior prazer montar, continuará a surpreender pela sua natural aptidão para os obsctáculos, e para o Ensino e Atrelagem de Competição.
A institucionalização oficial do Stud-Book da Raça Lusitana, foi sem dúvida, um passo decisivo, no progresso da mesma, ao condicionar a admissão de reprodutores aos requisitos mínimos do respectivo padrão, dando origem a um generalizado e criterioso trabalho de selecção, facultando o conhecimento aprofundado das geneologias, permitindo perpetuar e tirar partido das linhas formadas a partir da insistência em determinados reprodutores (emparelhamento em linha).
Aliás para um processo zootécnico eficaz e relativamente rápido há que recorrer à selecção e à consanguinidade, sendo esta de evidente vantagem em aspectos que interessam ao criador, nomeadamente na pureza e uniformidade da raça e na consequente prepotência dos reprodutores obtidos.

Fonte: www.cavalo-lusitano.com

               Origem do Cavalo Puro Sangue Lusitano

Lusitanien.jpgPuro Sangue Lusitano é uma raça de cavalos com origem em Portugal. É o cavalo de sela mais antigo do Mundo, sendo montado aproximadamente há mais de 5.000 anos. Os seus ancestrais são comuns aos da raça Sorraia e Árabe. Essas duas raças formam os denominados cavalos ibéricos, que evoluíram a partir de cavalos primitivos existentes na Península Ibérica dos quais, se supõe, descenderem directamente o pequeno grupo da raça Sorraia ainda existente. Pensa-se que essa raça primitiva foi cruzada com cavalos Brad oriundos do Norte de África e mais tarde tiveram também influência do Árabe.
O Puro Sangue Lusitano apresenta aptidão natural para alta escola( Haute Écol) e exercícios de ares altos, uma vez que põe os membros posteriores debaixo da massa com grande facilidade. Assim, o Lusitano revela-se não só no toureio e equitação clássica, mas também nas disciplinas equestres federadas como dressage, obstáculos, atrelagem e, em especial, equitação de trabalho, estando no mesmo patamar que os melhores especialistas da modalidade.
Foram estes cavalos portugueses, os utilizados na produção do filme "O Senhor dos Anéis".

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Puro_sangue_lusitano

História do cavalo Bretão

                    História do cavalo Bretão

UM CAVALO FRANCÊS DE TRAÇÃO

O bretão é um cavalo de origem francesa sendo nos dias atuais a raça mais apreciada e a que mais vem se aprimorando entre as nove raças de tração hoje existentes na França. Seu registro genealógico é controlado pelo syndicat du cheval breton desde o ano de 1909. O Brasil, possuidor do maior plantel depois da França, é o único país que tem autorização para usar o nome breton , por permissão do syndicat, em reconhecimento ao trabalho sério da ABCCB - Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Bretão, cujo regulamento segue as orientações da França, objetivando preservar as características da raça.

O CAVALO DE TRAÇÃO NA FRANÇA

Cavalo Bretão
O cavalo de tração foi a força motriz do desenvolvimento da França. Seja nas forças armadas, na agricultura, no transporte de mercadorias, no transporte de mercadores e viajantes, nas rotas postais, nas companhias de transporte coletivo etc. Como ilustração podemos afirmar que sem os 6.000 (seis mil) cavalos de tração utilizados, Luis XIV jamais teria conseguido construir o palácio de Versailles.

OS ANOS DE OURO DO CAVALO DE TRAÇÃO NA FRANÇA (1880 - 1914)

O período compreendido entre 1880 e 1914 é tido como o apogeu do cavalo de tração. Nesta época a França possuía um plantel de cerca de 3.000.000 (três milhões) de indivíduos e a agricultura em pleno desenvolvimento consumia plenamente essa força de trabalho.

A SUBSTITUIÇÃO DA TRAÇÃO ANIMAL PELA MECANIZAÇÃO

Após a segunda guerra mundial o cavalo de tração começa a perder sua importância como força de trabalho. Substituído pela mecanização perde importância econômica e caminha progressivamente para o desaparecimento. Milhares de animais são vendidos a preço vil para os matadouros e açougues e deixam de ser utilizados como geradores de riqueza e assumindo uma nova função, ou seja, fonte de alimento para a população.

O CAVALO DE TRAÇÃO NA FRANÇA DE HOJE

Cavalo Bretão
A abnegação de criadores apaixonados e o extraordinário trabalho até hoje executado pelos haras nacionais conseguiu impedir não só o desaparecimento do cavalo de tração como também praticar um vigoroso melhoramento das raças existentes.
Cavalo Bretão
Embora a população de hoje seja de apenas 30.000 (trinta mil) exemplares, podemos garantir que o plantel atual é de qualidade muito superior ao encontrado no passado. Apesar de tantas adversidades o cavalo de tração começa a ressurgir em importância. Os grandes concursos, as competições de atrelagem, a utilização na agricultura pelos pequenos produtores e o lazer estão, entre outras razões, atraindo os franceses novamente para os cavalos ditos "de sangue frio". Dentre eles o bretão é o que reúne as melhores qualidades, entre todas as raças pesadas, para alavancar definitivamente essa tendência.

FUNÇÕES DO CAVALO BRETÃO

FUNÇÕES DO CAVALO BRETÃO

Cavalo Bretão
Todas as raças de cavalo sejam elas quais forem, tornam-se consagradas pela aptidão em realizar, com eficiência especial, determinadas funções. Como não poderia deixar de ser o bretão também se destaca em algumas funções a saber:

Lazer e Turismo

Puxar carruagens, troles e carroças para passeios turísticos, ou da própria família para o lazer.

Tração Pesada

Cavalo Bretão
Tracionar carroções carregados e toras de madeira. É utilizado pelos fazendeiros para levar alimentação para o gado ou outros cavalos, na limpeza das cocheiras carregando o esterco etc...

Égua Ama de Leite

Adotar outro potro para amamentar. A égua bretã fornece em média 24 litros de leite por dia, enquanto as raças de sela fornecem em média 14 litros. Tem sido utilizada por criadores de PSI para amamentar os potros dessa raça através de encarte.

Égua Receptora em Transferência de Embriões

Por ter melhor qualidade de leite, útero maior e excelente habilidade materna, criam melhor o potro proveniente do embrião implantado do que as mães das raças de origem.

Trabalho Agrícola

Por ser um animal de temperamento dócil, enorme força e com enorme prazer em trabalhar, substitui com maior eficiência os burros e as mulas. Também sustitui o pequeno trator, barateando os custos
de produção.

Fonte: www.harasmd.com

Origem do Cavalo bretão


                                                  Origem do Cavalo bretão



Cavalo BretãoO bretão é originário da Bretanha Ocidental , noroeste da França, apresenta três variedades: bretão-do-norte, de tiro pesado ou grande-bretão; bretão-do-sul, postier ou norfolk, de tiro médio; e o bretão-das-montanhas, bidê ou pequeno.
No Brasil, a mais comum (no Rio Grande do Sul e São Paulo) é o bretão-do-sul. Utilizado mais para tração e trabalho, é um animal cilíndrico, com peito amplo e forte, musculatura saliente, pêlos abundantes nos membros e porção inferior. Mede de 1,60 a 1,70m. de altura, conforme a variedade.
As pelagens dominantes são alazão e castanha, sendo freqüentes as crinas claras (ruanas). Tem a cabeça quadrada e de perfil reto e as suas orelhas são pequenas e móveis.


Fonte: www.vaquejadas.com

História do Cavalo campolina

                                   História do Cavalo campolina


A raça campolina nasceu em 1857, em Entre Rios de Minas, na Fazenda Tanque, de propriedade do Sr. Cassiano Campolina, com o cruzamento de animais nacionais sem padrão pré-definido. O presente de um amigo, em 1870, uma égua preta de nome Medéia, resultou no nascimento de um potro de nome Monarca, filho de um cavalo puro sangue Andaluz, que transformou-se no garanhão da fazenda por mais de 25 anos, sendo assim considerado o pai da raça. Após a morte do Monarca, este grande criador adquiriu um garanhão da raça Pecheron, utilizando-o nas filhas do garanhão anterior. Com o falecimento do Sr. Campolina, outro grande criador, o Cel. Joaquim Pacheco de Resende, e posteriormente seu filho, deram continuidade a seleção da raça. Juntamente aos trabalhos da Fazenda Tanque, outra criação teve papel importante na fundação desta raça, a Fazenda Campo Grande, no município de Passa Tempo. Em 1951, foi fundada a associação brasileira de criadores da raça, em Belo Horizonte, sendo assim, elaborado o novo padrão racial. Assim como outras raças, a Campolina nasceu da necessidade da montaria em animais fortes, de porte e de andamento cômodo, devido às longas caminhadas e ao mercado rentável de cavalos; animais estes que tinham várias aplicações. Muitas raças colaboraram na formação do Campolina como: anglo-árabe, clydesdale, holstein, andaluz, mangalarga, entre outras. Sabidamente, sempre buscou-se animais de marcha natural (tríplice apoio), cômoda, elegante e desenvolvida.
Sua musculatura é proporcional e bem inserida em ossatura descarnada. Os membros são longos, oblíquos e bem articulados. A cabeça é trapezoidal de fronte ampla e suavemente convexa. Normalmente possuem pescoço leve mas com musculatura proporcional, encontrando-se na base com cernelha longa e bem definida. O peito é amplo, musculoso e ligado ao tórax profundo. A garupa deve ser musculosa e levemente inclinada. Já a crina e cauda são longas e sedosas.
Basicamente são animais marchadores, que podem ser utilizados para sela, serviço e lazer. Mostram uma aparência altiva, com linhas finas e bem harmoniosas, não deixando de possuir constituição forte e vigorosa.


Padrões da raça Campolina

                         Padrões da raça Campolina
Foram estabelecidos pela Associação Nacional dos Criadores do Cavalo Campolina,[1] fundada em 1951. A partir de 31 de dezembro de 1966 o registro dos animais passou a ser feito em livro fechado - expressão que denota a limitação e seriedade do registo.
Suas características padrões, definidas pela entidade oficial dos criadores, são as seguintes:


"Porte grande e delicado, cabeça seca, perfil sub-convexo para retilíneo, olhar vivo, orelhas médias tendendo para longas, pescoço musculoso e rodado, tendendo para comprido; crinas fartas e sedosas; garupa ampla e longa, suavemente inclinada; anca arredondada, cauda de inserção baixa."

Origem do Cavalo Campolina






                        Campolina

O brasileiro de ascendência lusitana Cassiano Campolina foi o selecionador de uma raça de cavalos que depois de sua morte recebeu o nome de Campolina e obteve reconhecimento e espalhou-se pelo Brasil.

Após mais de trinta anos realizando seleção de espécies em Entre Rios de Minas, Cassiano Campolina faleceu em 1909, porém seu trabalho resultara na criação desta raça de cavalo que ganhou reconhecimento internacional.

O legado de Campolina foi complementado, dentre outros, por Joaquim Resende, num esforço de mais de setenta anos, usando as matrizes originais de animais crioulos, e promovendo novos cruzamentos com animais marchadores e, finalmente, com puro-sangue inglês.


 

HISTÓRIA DO CAVALO APPALOOSA



Nas ancas, dorso e cernelha o pincel da criação salpicou cores diferentes, distribuiu pintas escuras sobre a pelagem básica, algumas vezes carregou mais o pincel nas ancas em formato de mantas... As pelagens negra, alazã, castanha, zaina, baia, palomina, tordilha e rosilha ganharam composições como em nenhuma outra raça da espécie eqüina. Formada a partir dos cavalos introduzidos pelos colonizadores europeus na América, estes animais de plástica inigualável corriam soltos pela bacia do rio Colúmbia e seus afluentes onde foram capturados e domesticados pelos Nez Perce, índios guerreiros que habitavam o vale do rio Palouse, uma região dominada pelos colonizadores franceses. Os Nez Perce domavam os cavalos pintados, usando-os como meio de transporte, montaria de caça e como instrumento de guerra nas constantes batalhas com os brancos.



Ágeis, rústicos, velozes e resistentes, os cavalos pintados dos Nez Perce atraíam a atenção dos colonizadores, atribuindo-se aos franceses o nome que estes animais receberam, La Palouse, numa referência ao rio de mesmo nome, situado, hoje, no Estado do Oregon. Excepcionais para cavalgadas de longas distâncias e na travessia de regiões íngremes e áridas, o cavalo dos Nez Perce foram submetidos a uma rigorosa seleção baseada na resistência, coragem e pelagem pintada. Os indivíduos que não acentuavam estas características eram castrados - para não serem utilizados na reprodução - e utilizados apenas como animal de montaria.



A técnica de seleção, adotada há mais de 100 anos, acabou garantindo a preservação das principais características destes animais, em especial sua variada e exótica pelagem. Apesar de a autoria da primeira seleção da raça na América ser atribuída aos Nez Perce, historiadores acreditam que a origem de cavalos com a pelagem típica do moderno Appaloosa é ainda mais antiga. Pinturas rupestres encontradas na Espanha e nas famosas cavernas de Lascaux, na França, desenhadas 18 mil anos antes de Cristo, revelam figuras de cavalos com características semelhantes as do Appaloosa. Outros registros de cavalos pintados foram encontrados em pinturas chinesas datadas de 5.000 anos a.C. e em cavalos selecionados na antiga Pérsia há 1.600 anos.

 1 Orelha
 26 Boleto
 2 Topete
 27 Quartela
 3 Têmpora
 28 Coroa
 4 Olho
 29 Casco
 5 Chanfro
 30 Cernelha
 6 Narina
 31 Dorso
 7 Focinho
 32 Lombo ou rins
 8 Lábios
 33 Anca
 9 Queixo
 34 Vértebras da cauda
 10 Lábio inferior
 35 Garupa
 11 Madíbula
 36 Costelas
 12 Ganacha
 37 Flanco
 13 Testa
 38 Cilhadouro
 14 Nuca
 39 Barriga
 15 Crina
 40 Coxa
 16 Pescoço
 41 Nádega
 17 Garganta
 42 Ponto de nádega
 18 Laringe
 43 Soldra
 19 Ponto de paleta
 44 Perna
 20 Peito
 45 Jarrete
 21 Paleta
 46 Tendão extensor
 22 Braço
 47 Tendão
 23 Antebraço
 48 Castanha
 24 Joelho
 49 Cotovelo
 25 Canela
 50 Cauda



ORIGEM DO CAVALO ÁRABE




UMA RAÇA COM 3 MIL ANOS DE HISTÓRIA
Antes de mais nada, é preciso dizer que o Cavalo Árabe é a mais antiga de todas as raças. É também o formador de quase todas as raças modernas de cavalos. Durante séculos, as tribos beduínas do deserto da Arábia mantiveram intacta sua pureza racial, selecionando os animais para enfrentar as adversas condições naturais.
Somente eram utilizados na reprodução aqueles indivíduos que demonstrassem resistência, coragem, inteligência, velocidade e caráter, entre outras qualidades.
O Cavalo Árabe passou então a ser cobiçado por outros povos, já que reconhecidamente era o meio de locomoção mais ágil e resistente que existia, auxiliando seus exércitos nas guerras e nas conquistas de outras terras. Sua inigualável beleza sempre cativou reis, príncipes e a nobreza européia, que freqüentemente enviavam seus emissários aos países árabes para que adquirissem os melhores exemplares que houvessem por lá.


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                  >>>Base Genética do cavalo Mangalarga<<<


No seculo IX predominava o sangue Berbere nas éguas nacionais, originalmente introduzidas no país pelos colonizadores portugueses. Um plantel de éguas portadoras desta genética foi servido pelo garanhão de nome Sublime, que foi um presente oferecido pelo Rei D. Joãá VI ao Cel. Gabriel Francisco Junqueira, dono da Fazenda Campo Alegre, com sede no municipio de Baependi-MG. Sublime foi originario da famosa coudelaria portuguesa “Alter do Chão”. A raça do garanhão Sublime era conhecida em Portugal como raça Alter Real (dos cavalos da realeza), originária da raca Andaluz. Na verdade, o cavalo Alter é um Andaluz de conformação mais refinada, em especial no conjunto de frente, apresentando o mesmo trote articulado.
Rapidamente, a prepotência da raça Alter lapidou a conformação grosseira das éguas nacionais, principalmente na forma do pescoço, perfil e forma da cabeça. Quanto ao andamento, há registro em fotografias de cavalos Bérbere apresentando andadura. Do cruzamento sucessivo entre o trote articulado dos cavalos de sangue Alter e a andadura de uma parte das eguas nacionais, foram surgindo as várias modalidades de andamentos, academicamente definidas entre a andadura clássica e o trote convencional.
Infelizmente, a base genética original foi sendo perdida ao longo dos anos, devido à variação genética das linhagens pilares e, nos últimos anos, pelas infusões de sangue Mangalarga, uma raça que apresentava diferenças marcantes em relação à raça Mangalarga Marchador, não somente quanto ao andamento, mas também na morfologia.

Fonte: http://www.marchadorweb.com.br/origem.html

Origem do Cavalo Mangalarga

              **Região de Origem do Cavalo Mangalarga**

 A raça Mangalarga Marchador foi formada na região montanhosa do Sul do Estado de Minas Gerais, mais especificamente na regiao dos municipios de Baependi e Cruzilia.
Atualmente, a região do Sul de Minas e o principal polo turístico do Estado, compondo o Circuito das Águas, que tem como cidades mais desenvolvidas Pocos de Caldas e São Lourenco. Os atrativos para os turistas  sao as cachoeiras; os belíssimos parques de aguas minerais; a comida mineira, considerada por muitos como a melhor culinária do país; a beleza natural exuberante da região e o frio do período de inverno.
Nas trilhas sinuosas e ingremes das montanhas sul mineiras a seleção natural foi gradativamente moldando um andamento singular, dom natural genético em pouquíssimas raças em todo o mundo. O único andamento que capacita o equino a deslocar com equilíbrio neste tipo de topografia e a marcha de quatro tempos, a exemplo do próprio passo. A marcha pura nada mais e do que o passo em curta e media velocidade. O declive acentuado e a sinuosidade das trilhas estreitas exige uma mecanismo de locomoção especifico, no qual os membros deslocam-se de forma dissociada, quase que um a cada tempo, exatamente como ocorre na mecânica de locomoção do passo.

Fonte: http://www.marchadorweb.com.br/origem.html


CARACTERÍSTICAS DO CAVALO CRIOULO





Altura
1,38 à 1,50 m (máximo de 1,50 m e mínimo de 1,38 para as éguas e 1,40 para os machos.
Estrutura
Mediana, morfologia harmoniosa e corpo potente.
Pelagem
Crinas largas e espessas,
Cabeça
curta, ampla na base e fina na ponta; maxilares fortes, bem desenvolvidos, ganachas bem afastadas; crânio amplo e cara curta; fronte larga, bem desenvolvida,com chanfro curto e largo, perfil reto ou ligeiramente convexo; orelhas pequenas móveis bem afastadas na base; olhos expressivos.
Pescoço
bem unido à cabeça por uma larga e limpa garganta; no bordo superior ligeiramente convexo, com abundantes e grossas crinas, quase reto em sua linha inferior; amplo, forte, musculoso com inserção harmônica ao torax; mediano de comprimento.
Dorso
mediano, bem unido à cernelha, com boa cobertura muscular, que lhe permita manter estável o arreamento.
Lombo
(região dos rins): musculoso, unindo suavemente o dorso à garupa, sem ser saliente.
Garupa
de mediano comprimento e largura. musculosa, forte, bem desenvolvida, levemente inclinada.
Cola
com inserção dando uma perfeita continuidade a linha superior da garupa. Sabugo curto e grosso, com crinas grossas e abundantes.
Peito
amplo, largo, profundo e fortemente musculado; encontros bem separados.
Tórax
com bom desenvolvimento, costelas bem arqueadas, denotando uma boa capacidade respiratória.
Ventre
cilíndrico, sub-convexo, com razoável volume, perfeitamente unido ao tórax e ao flanco.
Flanco
curto, cheio, unindo harmonicamente o ventre ao posterior.
Paletas
comprimento mediano, ligeiramente inclinadas e fortemente musculadas, caracterizando encontros bem separados.
Braços e Cotovelos
fortemente musculosos: braços devidamente inclinados com os cotovelos, bem afastados do peito.
Ante-braços
musculosos, bem aprumados, afinando-se até o joelho.
Joelhos
fortes e nítidos.
Canelas
curtas, com tendões fortes e bem definidos; bem aprumadas.
Quartelas
de comprimento médio, fortes, espessas, nitidas e medianamente inclinadas.
Cascos
de volume proporcional ao corpo, duros, densos, sólidos, aprumados e negros de preferência.
Garrões
amplos, largos, fortes, secos, paralelos ao plano mediano do corpo; ângulo anterior do garrão medianamente aberto.
Peso
oscilará entre 400 (quatrocentos) e 450 (quatrocentos e cinquenta) quilos.